Ás vésperas da implantação da conta de investimento, e eu aqui escrevendo.
No mais, trabalhando muito, malhando um pouquinho, e sem muito tempo para verborragear sobre a vida. Sinto falta disso.
No mais, agora não permito mais comentário nos posts antigos para parar de receber spam. Ninguém merece.
Sinto saudades de todo mundo. Mas de cada um uma saudade diferente.
Já que eu não tenho dado muito as caras por aqui, aqui vai uma rápida atualização sobre o cotidiano do seu dileto autor.
Muita correria no trabalho por causa da nova conta de investimento. Estou rearrumando a casa, nas poucas horas vagas. Ela está bem melhor depois da reforma, mas ainda não terminei com a decoração. Estou arrumando os CDs de computador.
Falando em computador, o meu está uma carroça, o que desanima de postar alguma novidade todo dia.
Fora isso, namoro, trekking e acho que nada mais.
Ah! Devo voltar a malhar. Estou uma bola.
Quanta futilidade!
E alguém ainda lê isso?
Finalmente fui ver Olga, último parto da rede Globo. Finalmente ela começou a trazer a tecnologia de novela para a tela grande.
Realmente, a entonação de voz, especialmente no início do filme, deixa muito a desejar. Desde o sotaque brasileiro da multidão falando "Wir wollen Arbeit!", até a própria voz dos atores, não convenceu muito no início. Depois que passa as cenas do barco (com um hilário alemão-nazista negro) o filme engrena e fica bom.
Boa aliás, é a fotografia do início ao fim. Uma ou outra cena de nudismo, porque afinal o filme, e Deus, é brasileiro, mas nada que comprometesse, ou pelo contrário, ficou até bem.
No fim, o filme faz o que todo o filme pretende: emociona. Temos muito a apreender para fazer um bom drama, mas acho que esse filme tem tudo para ganahr um Oscar. Afinal, é um filme sobre holocausto.