![]() |
|
|||||||||||
|
|
sábado, 11/02/2006 às 9:52
Cheguei no hotel (um parce espelunca, como veráo mais tarde), tomei um banho e fui andar pela cidade. Eram por volta das 13:00, e eu estava morrendo de fome. Só tinha comido sanduíches e barrinhas de cereal desde o dia anterior. Olhei na carteira e tinha uns 5 bolivianos (bolivianos é a moeda local, nao me entendam mal). Catei um lugar para trocar dólares. Depois de rodar uns bancos, fui no BNB, banco nacional boliviano. O banco é a coisa mais arcaica do mundo. Demoraram 50 minutos para trocarem um traveler check. Almocei rapidinho na praça central, e consegui pegar o Dino Bus. Dino Bus é um ônibus que leva os turistas para uma pedreira onde ficam umas pegadas de dinossauro fossilizadas. O lugar è sensacional, especialmente porque ele além de tudo, está erodindo. Entao, "chove" terra o tempo todo. ROlou uma série de fotos, que posteriormente serao disponibilizadas. Votando do tour, andei a esmo pela cidade, quando começou a chover. Parei numa igreja e vi uns tres gringos entrando. 6 bolivianos (2 reais). A igreja "La Merced" é uma daquelas que lembra a Europa. Toda folheada a ouro, etc e tal. Acabei fazendo amizade com os gringos, porque eles claudicavam no espanhos (enquanto eu só engatinho) e traduzi o que o guia falava para eles. De lá fomos em uma ex-mosteiro. Igualmente muito bom. Saímos do mosteiro por volta das 8:00, e voltei no albergue para descansar um pouco. Senti um pouco a altitude, com dierito á falta de ar e dor e cabeça. Combinamos de ir no JoyRide, uma espécie de Shenanigans daqu, guardada as devidas proporçoes. Lugarzinho bom. Mais para a noite até apareceram uns locais, totalmente distintos dos mochileiros, por estarem bem arrumados e terem uma inegável cara de índio. Claro que eram locais ricos, o lugar era "caro". Duas cervejas, um bom prato de carne, um suco de laranja e um mate de coca, deu pouco menos de 20 reais. Falando em mate de coca, coca parece um anis, mas nao e doce. E fez desaparecer a dor de cabeça. Notei que o hotel aqui nao tem papel higienico. Ainda bem que, como bom mochileiro, levo sempre comigo uma toalha. De papel é claro! Acordei hoje cedo, tomei cafe e estou aqui, relatando sucintamente as aventuras de ontem. Poderia ir para Potosi com os gringos (mal falei deles, um è de bermuda, uma inglesa e uma kiwi. Tava demorando para aparecer um kiwi. Já encontei um israelita no aeroporto. Só falta um canadense e todos as patrias mochileiras já estariam representadas na Bolívia :-). No entanto, vou ficar mais um dia na cidade para aclimatar (potosi fica a mais de 4000 metros de altitude). E, Sucre é uma cidade muito simpática. Por fim, ainda estava triste por ter detonado o dinheiro da viagem com a passagem aérea para Sucre. Depois que os caras me contaram como é o ônibus (sem ar, sem banheiro, 16 horas com paradas mo meio do mato para as necessidades + pessoas vendendo coisa o tempo todo), acho que 100 dólares foram bem pagos. E foi caro porque uma empresa aérea boliviana está de greve. Vi isso no jornal local. Mais novidades quando tiver novidades. Comentários
Escreva um comentário:
|
|||||||||||
|
|
| copyright (c) 2003 ranaur.net |