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sexta-feira, 10/02/2006 às 11:33
Depois de 15 horas de aeroporto finalmente cheguei a Sucre. Meu vôo chegou 2:30, no horário do Rio, 0:30 aqui. O aeroporto estava totalmente fechado. Pelo menos aqui tem um Duty Free para a volta, já que nao terei direito na volta. Consegui trocar uns dolares na lanchonete (ainda bem que comprei notas de 10, imagina se fosse de 100?), e virei a noite no aeroporto. Na prática muita gente faz isso. Acordei 5:30 e comprei uma passagem para Sucre. Ñ quero perder tempo. Ruim foi o preco, quase 110 dólares. Pior foi o trajeto, mais três escalas: cochabamba, La Paz e finalmente Sucre. Se eu soubesse faria o percurso ao contrário. Estou pensando em rodar o paìs no sentido horàrio, Sucre, Potosi, Uyuni, La Paz, Cochabamba e de volta a Santa Cruz. Com tantas horas de espera, eu já li quase todo o livro que eu trouxe para ler (Freakonomics). Chegando em sucre, peguei um taxi (por mìseros 2,5 dólares) até o centro e fechei numa hospedagem recomendada pelo guia. É daqui que estou escrevendo. Daqui a pouco vou rodar a cidade, mas claumas coisas interessantes já dá para notar. Uma das coisas mais esquisitas é o pessoal do exército. O cara todo fardado com cara de Índio. Fica meio estranho. Outra coisa esquisita aqui sao as comidas. Higiene zero. Vi uma mulher tirando umas tortas da mala de um carro, se a menhor protecao. Fiquei com pena que ñ arrumei um hotel de alberguista, mas em Potosi eu arrumo. Ou, se a cidade for boa, eu descubro onde é. Vou rodar por aqui. Mando mais notícias em breve. Comentários
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