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sábado, 26/07/2008 às 12:11
É ... acabei nem escrevendo sobre o fim da viagem. Na pratica não teve nada de novidade. Duty Free, espera no aeroporto, etc. Bem, para não ficar totalmente desatualizado, estou escrevendo após me cadastrar no twitter. É uma espécie de blog rápido, onde você escreve só uma linha, com um orkut. Mais uma dessas coisas para a gente perder tempo dessa vida. Mas afinal, o que você está fazendo agora? Entáo vai lá! Pra quê serve todo o tempo do mundo, se você náo puder desperdiçá-lo um pouco? Twitter Updates
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sexta-feira, 4/07/2008 às 22:49
Hoje foi o dia livre para as compras. meu ultimo dia (amanha saio cedo). Fui no Plovo Azul, uma especie de uruguaiana de roupas e depois fui na Galeria Winlson. "Wil", em quechua, quer dizer avenida e "son" quer dizer central. Se é que voces me entendem. Apesar de sujos e baratos, nenhum desses lugares aceitavam o meu cartao de credito, nem eu teria coragem de passa-lo neles. Ta rindo? A uruguaiana e' a Daslu do lado da Galeria Wison! Caminhando (pacas) chegiueo ao centro. O "Joia dos ceviches" nao servia ceviche dessa vez, e fui no mesmo boteco onde eu tomei a chicha da ultima vez. (esse albergue nao tem pulga, mas tem aranha. Tem uma do tamanho de uma moeda de 25 centavos do meu lado. Espero que nao pule). Comi um cebiche, com inka cola por 9 pesos, ou 3 dolares. Tenho a foto. Mega prato bom. Dali, peguei um taxi ate um shoipping para ver se acalmo o meu brasileirissimo espirito consumista. O shopping larcomar e um shipping muito maneiro. Debaixo da terra. Perai, deixe-me explicar. A cotsa de Lima e uma especie de falesia. Ou seja, LIme e um pequeno planalto e logo quando chega o mar, ha uma queda repentina. Por isso que a cidade nao tem praia direito. As poucas que tem sao de pedra. Esse shopping e escavado na falesia, com vista para o oceano. Bem fancy. Fancy e caro. Felizmente nao me arrependi de compra as coisas no Equador. Tudo aqui e um pouco mais caro do que la. Um fato curioso e que peruano tem pe pequeno. Toda vez que eu procurava um sapato tamanho 42, nao tinha. (a aranha comecou a fazer uma teia. Caiu do meu lado. Deixa ela). Acabei voltando de maos vazias ate o ovalo (praca central) de miraflores. La comprei alguns presentes e fui, e claro, num supermercado. Fiz a festa. Bem, ja entubei tudo na mochila, cujo ziper esta com problema, dificultando a tarefa de empacotar um elefante numa ciaxa de fosforo. Agora estou esperando a galera se juntar para sair par jantar. Isso se essa aranha nao me picar. Noticias quando tiver noticias.
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quinta-feira, 3/07/2008 às 20:38
Cheguei em Lima. Honestamente, muito melhor do que Quito. Sem contar que como conheco a cidade, fico de bobeira, fazendo o que der na telha, sem a pressao de ver as igrejas e museus da cidae. Fiquei no mesmo albergue da ultima vez. E meio bagunçado os banheiros nao sao uma obra de arte, mas a galera e muito legal. E nao tem pulga. Hoje saimos para jogar futebol. Depoi, como sempre, rolou um cebiche (impecavel) num boteco em Barranco (e o nome do bairro). No mais, a viagem esta acabando ... pena.
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quarta-feira, 2/07/2008 às 0:07
Na verdae so comi meio cuy. E tava magrinho. Só pele e osso. Perai gente, nao é o que voces estao pensando. E pior. O jantar de hoje foi rato com suco de milho azedo! Aqui se chama, Cuy a La Pancha con un vaso de Chicha Moocha. Mais típico que isso só a linha do equador, sendo que a linha tambem tem varios países, mas o cuy e chicha so aqui e no Peru. (Cuy no Peru é um trocadilho pessimo, nao?) Bem, rato tem gosto de um galetinho magro, bem magro, e mais salgado. Eu pedi o meu rato à Milanesa. Tinha mais milansa do que rato. Dava pela de tirar a carne das patinhas. Me lembrou um churrasquinho que eu comi na central a um tempo atras. Bem, quanto à chicha, é uma bebida alcolica típica da regiao. Azeda e verde (nao a cor, o gosto verde). Nada de mais, mas nada de mal. Fim de viagem é isso. Aventuras gastronomicas.
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Fui no vulcao Cotopaxi hoje. Subimos ate 5000 metros de altitude. 4500 de carro e os ultimos 500 de perna mesmo. O vulcao tem mais de 6000, fomos so ate onde estao as neves eternas (a cada ano mais altas devido a voces sabem quem ...) Uma bela pedra, como se poderia dizer. Tem gente que escala ate o topo, mas tem que fazer em 2 dias. Nao terei esse prazer dessa vez. Se bem, que nao sei se sera um prazer tao grande, visto que so essa subidinha ja me fez sentir a altitude. Enjoo, dor de cabeca, tontura. Bem, uma ressaca sem a boca seca. Soroche!
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terça-feira, 1/07/2008 às 7:21
Ontem a noite jantei num lugar muito louco. Enquanto andava na Juan Leon Mera (uma rua famosa por aqui), tinha visto um restaurante camado Tío Billy - hamburguesas quadradas. O lugar e muito doido. Serve realmente hamburgueres quadrados. E todo decorado a partir de hamburgueres quadrados (tem o quadro do Ronald Macdonnalds sendo preso com dizeres: voce nao pode copiar os hamburgueres quadrados). La tem uns trinta tipos de hamburgueres, alguns com nomes loucos como Fidelyn Casto, Hogo Chaves e Elvis Presley. O lugar O garcon era semi-cego, o que dava um visual mais surreal ao lugar. As fotos explicarao melhor. Bem, hoje: Cotopaxi. Noticias quando tiver noticias.
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Sabem que existe um Deus so para tomar conta dos viajantes? Pois é. Cheguei domingo de volta a Quito, e ia procurar um tour para Cotopaxi, o vulcao mais bonito daqui do Equador. Tinha que ser segunda ou terca, pois quarta estarei indo para Lima. Rodei dezenas de operadoras de turismo pela manha, mas as unicas que estavam fazendo, fariam tours solo, e custava a bagatela de 250 dolares ... Depois de rodar a cidade para fazer masi algumas compras, eu ja estava desistindo, quando entrei em uma agencia de viagem que nao tinha visto da primeira vez. Agora vejam so ... quanta coincdencia. QUando entrei achei um cara e uma crianca conversando com o atendete. Falava com um sotaque lusofono. Nao e que era um pai e filho brasileiros que queriam fazer um tour para Cotopaxi! Eles farao um tour de 3 dias, mas o primeiro vai ate o vulcao que eu queria. Acreditas em coincidencia?
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domingo, 29/06/2008 às 16:16
Imagine uma festa de Sao Joao. Todo mundo vestido colorido, com bandeirinhas, fogueira, quentao, canjica, quadrilha, musica de Sao Joao ... Agora pode esquecer. Nao tem nada a ver com o nosso Sao Joao. Tem mais a ver com carnaval de bloco e olhe la. Estou em Cotacachi no dia 29 e, nao estou arrependido de vir, mas se voce nao e um indio equatoriano, voce nao entende nada do que acontece e tudo parece repetitivo e enfadonho. Estou me sentindo um gringo no sambodromo. Depois da quarta escola de samba ele vai embora pois acha (com alguma razao, devo adminitir) que e tudo igual. Primeiro ... nao rola nada de porrada. O maximo que eu vi foi um bebum ciumento tirar satisfacao de outro cara enquanto a (suposta) namorada tentava em vao segurar ele. Esse drama de corno é que nem o culto por uma formca maior: existe desde a aurora dos tempos e em todas as culturas. A cidade, como toda cidade de colonizacao espanhola (parabens pela Eurocopa!), tem uma praca central. Nessa praca, vao se juntando grupos (uns 4) que ficam dancando. Melhor um grupo de umas 40 pessoas, ficam caminhando mais ou menos em fila caracol, batendo o pé ritimicamente e assoviando "fiu-fiu-fiu". Muita gente vem fantasiada, usam uma especie de calca mais larga de pele de algum bicho felpudo em volta da perna (embaixo de uma calca jeans) e um sombreiro preto. Alguns tem desenhos de cruzes, xis, e ate de suastica. Cada uma fica em uma esquina e de vez en quando se movem para a outra esquina. As mulheres usam roupas tipicas (mas usam tambem no dia a dia entao nao conta). Ou seja, parece uma especie de bloco de carnaval se juntando no pelourinho, sem bateria, sem letra e sem samba. Ah! E rola pouca cerveja na rua. Ate rola, mas na minha terra a cidade seria inundada de skol. No mais é isso, um abraco e "fiu-fiu-fiu" ... Fui! Tem muito policial garantindo a seguranca. Quando eu almocei na mesa do lado tinha um com bomba de gas lacrimogenio. Alo voce ...
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Ainda em Otavalo, acordei hoje e fui, de manha ver a Cacada da Perucha. Cahoeira, como todo mundo sambem existem duas: Foz do Iguacu, e qualquer outra que voce viu na vida, pois todas sao iguais. Essa era do segundo tipo. No entanto, o interessante nao é a chachoeira, mas sim a historia dela. Essa e uma cachoeira "sagrada" e em época de Sao Joao as pessoas se banham nelas pra energizar. O "banho" nao eh so um mergulho nas aguas geladas (nem tao geladas sao assim). O "banho" eh uma especie de despacho, onde uma pessoa "molha" vocë com um ramalhete de uma erva que pelo cheiro me pareceu arruda. Bem, eu fui so ver a cachoeira, mas nao é que consegui gentilmente um "banho" de um grupo de locais que estavam se banhando nela? Valeu cascata da Perucha! E valeu pela foto tambem (ja que eu tinha que pedir permissao para a cachoeira para tirar a foto). De la em fui ver o Sao Joao denovo em Cotacachi. Afinal hoje é o dia da pelea! No proximo post!
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sábado, 28/06/2008 às 23:02
Foi um programao de indio. Chegando em Cotacachi, esperei para caramba ate comecar o festival. Depois descobri que nao tinha mais onibus de volta. De quebra, quando fui comprar uma agua para matar o tempo, perdi as minhas luvas. Na verdade tinha usado elas so de onda, pois finalmente fez um friozinho. Num momento estava ajudando a tirar um bloqueio da rua para passar um carro (nisso eu me lembro de estar de luva), cruzei a quadra para comprar a agua (nao me lembro se eu estava com a luva) e 2 minutos depois fui tirar uma foto e ja estava sem ela. Nao e pela luva em si , pois compro outra, mas e pela idiotice. Quando ao festival, e uma coisa bem simples. Dizem que a parte boa e amanha. Nao sei se terei paciencia para ir novamente la, mas tudo bem. Amanha eu penso. PS: Para quem nao sabe onde fica Cotacachi, basta ver aqui
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Acordei cedinho (6:30!) para ver se conseguia fazer um tour pela manha, e passava à tarde no mercado de Otavalo. No entanto, nao saiu nenhum tour da cidade. Fiquei entao com a feira. Comecei pela feira de animais. Imagine uma terreno beira de estrada (a Pan-americana) onde se vende de tudo quanto é tipo de animal. Gato, cachorro, galinha, cavalo, boi, pintinho, porco, cabra, ovelha, cuy e o que tiver vivo. As vezes voce esta olhando uma galinha amarrada pelos pes quando voce ouve um OIIIIIINNNNKKKKK, de um porco sendo puxado pelo seu novo dono. Bem, nao vou comentar sobre o cheiro. Depois, ja que a maior feira de artesanato esta na cidade onde estou, fui para as compras. Como toda feira de artesanato 90% e tudo igual. Provavelmente pre fabricado na china. os 10% que sobram sao caros. Mas deu para fazer umas compras interessantes de presentes para as pessoas. Encontrei um ourives (?) que fazia uns trabalhos bem legais de prata. Gente boa. Ele adorava o Garrincha, e ficamos discutindo sobre futebol. Ate porque todos os equatorianos estao se achando. Bem, miercoles veremos. Mas como dizia o slogan da Adidas (euq é a patrocinadora do Fluminense) "Nothing is impossible". Como eu nao aguentava mais fazer compras, nem queria gastar ainda mais dinheiro, voltei para o hotel e planejei ir ate Cotacachi. Cotacachi é uma outra cidade perto de Otavalo, onde rola hoje e amanha o Inti Maymi. Esse festival, equvalente ao nosso Sao Joao funciona de maneira diferente. Varios grupos, constituídos por um Capitao, um soldado e uma piranha (no sentido carnavalesco de homem vestido de mulher) saem dancando pelas ruas da cidade ate a praca central. La rola porrada. E se rolar sangue, melhor. Diz a tradiçao que o sangue que cair no chao, ajuda a colheita do proximo ano. E a gente brigando por futebol ...
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sexta-feira, 27/06/2008 às 21:13
Otavala. Ja ouviu falar? Nao, nem eu. Fica no Q-U do Equador. Vim parar aqui hoje para ver a feira de artesanato mais famosa do Equador. A cidade esta quase deserta. Acho que a cidade bomba amanha. Vou tentar um tour para ocupar a manha. A tarde eu vejo a feira, porque a cidade e ja caminhei toda hoje. Se eu nao ficar muito entediado eu fico mais um dia, e vou ver uma festa de Sao Joao. E a gente pensava que a festa caipira era so nossa ... Uma coisa curiosa nessa cidade e que ela e um "hub" de comercio de varias comunidades indigenas. A igreja daqui e toda didatica, com os quadros dos santos explicando que e, e com varios dizeres em espanhol e quichua. Ainda e um centro de catequizacao indigena ... Fora isso, tive problema com o dente. Ele estava doendo desde que eu sai do rio, e ontem nao melhorava por nada. Fui num dentista em Quito. Morri numa grana (40 dolares), mas quem mandou eu nao ter feito seguro? AInda esta mexido, mas amanha espero estar melhor.
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Quem procura acha. Ontem, troquei o albergue. O albergue era meio hippie. A maior parte das pessoas eram residentes, ou sejam, pessoas que ficam no albergue por um tempao. No quarto tinha um surfista e tatuador euqtoriano, uma artesa peruana, uma arqueologa inglesa e mais um maluco com quem eu nao falei. A sala comunal era a maior zona (a ponto de achar barata andando pelo chao, o que me fez decidir tomar o cafe da manha fora de la). La tinha mais uma meia duzia de artesaos ou coisa equivalente. Metade ficava vendo televisao e fazendo pulseira para vender no dia seguinte. O tatuador ficou fazendo uma tatuagem na inglesa. Enquanto isso, um cara tocava atabaque, enquanto algumas pessoas dancavam. Fora da sala, rolava um violao com os "eternos sucessos equatorianos". Nao conhecia nenhum, mas o dono do hotel tocava bem violao. Ate ai tudo bem. Como eu estava meio peixe fora dagua e estava cansado da caminhada de ontem, dormi razoavelmente cedo, depois de uma sesao de simpsons em espanhol. Na alta madrugada (sei disso porque tinha som de passarinho), chega um cara no quarto fedendo loucamente á maconha, deita no beliche e comeca a roncar como um porco. E eu me esqueci dos meus protetores auriculares. Dormindo mal, acordei 9 horas e estou aqui planejando minha ida para a Otavalo. Ja ta na hora de comecar a rodar o pais.
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quinta-feira, 26/06/2008 às 21:25
Hoje troquei de hotel. Nao que o que eu estava fosse ruim. Pelo contrario, fora a agua quente que falahava de vez em quando, nao tinha nada a reclamar. Mas ninguem se falava e eu estava achando que era hora de se mudar. Procurei uns albergues em volta e achei um. Deixei minha mochila la e fui no teleferico. Eu ia com um casal de brasileiros (tricolores), mas a gente se perdeu e nao mais os vi. O teleferico leva a gente ate 4100 metros de altura. Da para sentir os efeitos da altitude. De la, tem uma saida para uma montanha de 4800. Nao fiz o trajeto todo, porque eu nao tinha almocado (comi uma empanada muito fajuta) e ja eram 14:00. De acordo com o guarda sao 3 horas para subir e 2 para voltar. Ou seja, eu voltaria ás 19:00, e ja estaria escuro. Na base do teleferico tem um parque de diversao. COm direiro a montanha russa e tudo. Nao e nenhum six flags, mas voce esperava o que? A Disneyquito? Voltei para o albergue para ver quale. O lugar e lagal, mas e um dos lugares mais ripongas que ja visitei. No quarto tem um surfista e tatuador equatoriano, uma arteza peruana, uma arqueologa (?) inglesa. Nao conheci o resto, mas pela cara da sala comunal tem mais um 5 ou 6 ripongas por la.
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FNORD
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The Old English word 'travel' was originally the same word as 'travail' (meaning 'trouble', 'work' or 'torment') which in its turn comes from popular Latiw 'tripalium' (a three-staked instrument of torture). - Daniel Boorstin-em Diller & Scofidio - SuitCash Studies, 1991 |
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